Duas reportagens recentes destacaram o Centro Lemann para Inovação e Empreendedorismo na Educação Brasileira, em Stanford.
Em entrevista à revista Ensino Superior, o Diretor Executivo da Fundação Lemann, Denis Mizne, fala sobre o programa de bolsas Lemann Fellowship e sobre o novo centro de Stanford, focado em pesquisar a educação brasileira. Clique aqui para ler a reportagem completa.
Na revista Exame que está nas bancas, um perfil do professor Paulo Blikstein, um dos coordenadores do Centro, também destaca a iniciativa.



Prezados Senhores: __É maravilhoso, admirável, louvável tais intenções de melhorias educacionais e progresso. Vocês vão formar grupos seletos. Só haverá progresso se envolver toda a população brasileira. Tem que existir vontade política e localizar as “FORÇAS OCULTAS” que impedem o desenvolvimento do nosso povo. Só existe grande divulgação do futebol, novelas e carnaval. POR FAVOR não me interprete mau, sou um homem simples e sem formação superior. Não sou radical ou a favor da “teoria da conspiração”. É pura realidade, vocês sabem disso. Gostaria muito que os vossos esforços dessem certo. Desculpe-me, nada significativo para nosso povo acontecerá, continuaremos dominados pelo futebol, novelas (Globo) e carnaval. Tem que haver vontade política e a classe social dominante se interessar. Quem são essas pessoas? Sempre na história de vocês seres humanos foi assim. Fora dessa realidade não teremos uma nação forte e desenvolvida. Apenas grupos seletos. Me ajudem, mantenham-me informado. Ou será que sou apenas mais um ignorante?
parabens essa fundaçâo foi um sucesso,parabens para todos que participaram
Acompanho as notícias e principalmente as oportunidades junto ao lemann center em Stanford. Tenho muita admiração referente ao nível de excelência, realização acadêmica e profissional que o programa pode oferecer ao aluno de mestrado e doutorado. Muitos programas de doutorado em educação no Brasil não são tão inovadores e exigem uma paciência absurda do futuro candidato. Não é possível nem falar com os pesquisadores, muitos deles não respondem nem emails. O acesso é restrito, árduo, cansativo. Boas intenções, inovações e vontade para trabalhar e pesquisar muitos tem. Na minha opinião faltam oportunidades, vagas e processos seletivos transparentes.