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A valorização de iniciativas que visam promover educação pública de qualidade para as cinco regiões brasileiras acompanha nosso trabalho desde o começo, em 2002. Este primeiro relatório resume os principais desafios e avanços, além de analisar o cenário atual e traçar as estratégias futuras. Dados como a diminuição das taxas de mortalidade infantil e o aumento gradativo do investimento público no setor de educação foram pontos positivos destacados. A criação, em 1998, do FUNDEF (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental), resultou na melhoria das taxas de escolarização do Ensino Fundamental. Entretanto, o relatório ressalta que, apesar da expansão do ensino universal, a qualidade da educação continua baixa.

Entre os desafios futuros, destacaram-se a urgência de melhorar a qualidade e equidade da educação, com a garantia de ensino universal para estudantes do ensino médio, e o aprimoramento dos meios de avaliação e monitoramento de desempenho e aprendizagem. Qualificação de docentes e profissionais de educação e melhoria dos recursos de infraestrutura escolar são alguns caminhos para a mudança. Além disso, é necessário a aplicação da gestão por resultados, com foco em planejamento e clareza de objetivos.

Para nós, naquele momento, a estratégia de investimento deveria priorizar a gestão dos recursos humanos e materiais para um melhor aproveitamento dos recursos financeiros. No relatório, destacamos nossos princípios de atuação e os tipos de projetos que deveriam ser priorizados.

Focamos nosso ano em três projetos: Vitae, foco em desenvolvimento da qualidade de ensino profissionalizante no país; Brascri, aumento da inclusão social e da empregabilidade dos jovens brasileiros; Ismart, levar educação de qualidade para crianças com habilidades especiais. 

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